Material Fotográfico

Comprei a minha primeira reflex – uma Canon 1000D – há cerca de 10 anos atrás. Uma prenda de natal especial, visto que até ai sempre tinha utilizado máquinas compactas e de uma gama inferior. A paixão pela fotografia era antiga, mas sempre totalmente amadora. Nos anos seguintes comecei a interessar-me mais, lendo na diagonal alguns manuais de fotografia e inclusive participando em dois workshops: um de iniciação à fotografia (2010) e um de fotografia de viagem (2016). Nesse mesmo ano, mais tarde, inscrevi-me também no meu primeiro curso de edição em Lightroom. Tudo isto apenas por gosto e interesse pessoal – o amadorismo mantém-se!

Durante a minha última viagem foram várias as ocasiões em que, desse lado, me perguntaram que máquina fotográfica uso. Lembrei-me então de vos escrever este post precisamente para que possam ficar a conhecer que material costumo transportar nas minhas escapadinhas. Não, não é uma escolha “leve” e as minhas costas bem o reclamaram! Se voltaria a levar tudo o que vos vou mostrar adiante? Provavelmente não, mas é precisamente assim que aprendemos a fazer escolhas.

Como já sei que também vão perguntar onde compro tudo, aqui fica! É na Fotoreira, uma loja online. Serviço diferenciado, variedade, equipamento sempre de qualidade e preços em conta 😉   Fica aqui a página do Facebook para que possam “explorar” um bocadinho… Não precisam de agradecer!

Máquina Fotográfica

A Canon foi sempre a minha marca de eleição e mais uma vez não desapontou. Queria uma câmara moderna, rápida, leve, com WI-FI para enviar de imediato as fotografias para o telemóvel e daí para as redes sociais. A escolha recaiu sobre a Canon EOS 77D, que também é excelente para fazer pequenos vídeos!

Objectivas

As objectivas devem ser escolhidas de acordo com o tipo de fotografia pretendido – como por exemplo para retrato, paisagem, pequenos animais e insectos ou street photography. A oferta no mercado é enorme, desde grandes angulares a teleobjectivas, sejam “de boa marca” ou “de marca branca”. E, inevitavelmente, o preço varia enormemente de acordo com o referido anteriormente.

Por ser sobretudo amante de paisagem, as minhas objectivas favoritas são, até ao momento, a Canon EF-S 10-18mm f/4.5-5.6 IS STM e a 18-135mm f/3.5-5.6 IS STM. A primeira, tratando-se de uma grande angular, tem uma boa relação qualidade/ preço e revela-se óptima para capturar uma grande extensão de paisagem. A segunda simplesmente pelo facto de ser mais versátil no foco permitido. É rápida, silenciosa e tem mais alcance do que a simples 18-55mm.

Embora possua também uma 50mm e uma 70-300mm, a verdade é que dou muito menos utilização a cada uma destas.

Tripé

Há dois anos atrás fiz uma primeira “viagem fotográfica” contratada com uma agência, passando uma semana na região da Toscana, em Itália. Um autêntico paraíso paisagístico, um regalo para os olhos!. Uma pintura tornada real.

Equipada com o meu tripé comprado na loja dos chineses, ia toda contente. Era um bom “improvement“, visto que o único que tinha até então era um daqueles de meio palmo e, pior, comprado numa feira de rua e em segunda mão! E, claro está, o barato sai – neste caso – muito caro… Assim que o dia se começava a pôr – ou ao amanhecer, situações em que a luminosidade é mais escassa -, a minha máquina tornava-se inútil. Era eu a ouvir os cliques dos meus colegas e a chorar de mansinho pelos meus disparates para além de, obviamente, perder a oportunidade de tirar fotografias fabulosas..

Em 2017, antes de partir para Madagáscar, resolvi investir num tripé. Pretendia algum leve e portátil, que pudesse transportar comigo sem grande dificuldade e que tivesse estrutura, resistência e estabilidade suficientes para suportar o peso da camara e objectiva. A opção recaiu no BeFree, da Manfrotto.

Filtros e Polarizadores

Transporto habitualmente um conjunto de filtros 0.6 e 0.9, que permitem de forma gradual escurecer os “céus” mais claros, retirando o excesso de luminosidade e evitando assim “queimar” a fotografia.

O polarizador circular permite-me minimizar reflexos (particularmente útil quando viajo de comboio) e saturar algumas das cores.

Pára-sol

Tenho um pára-Sol para a principal objectiva que uso, a 18-135mm. Tal como o nome indica, “corta” a luminosidade que incide directamente sobre a objectiva, permitindo ao sensor captar a luz de forma mais modelada. Para além disso, salvou-me muitas vezes esta objectiva ao protegê-la de pequenos “embates”. (Na verdade também levava para uma das outras objectivas, mas a preguiça – e a practicidade – falava mais alto e raramente o colocava).

Drone

Cereja no topo do bolo, antes de ir mimei-me com um pequeno grande capricho chamado Spark, o levíssimo Drone da DJI com apenas 300 gramas de peso, óptima qualidade em fotografia e vídeo e mini em tamanho – não maior que a palma da mão.

Pessoalmente, o pouco uso que dei a este equipamento não justificou nem o investimento nem o esforço no seu transporte. Embora seja um drone leve, juntando carregador, bateria extra e mala ficamos já com um peso e volume consideráveis. Para além disso, há-que ter destreza no seu manuseamento, o que implica prática regular nos primeiros tempos para que não hajam “acidentes”… exactamente o que aconteceu comigo. Ficou em paz nas magníficas Akaka Falls da Big Island, Hawaii.

Qual o vosso equipamento de eleição? Qual a vossa objectiva favorita? Deixem a resposta e sugestões nos comentários!

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