Nadar com as raias (Grand Turk)

Há uns anos atrás organizei a viagem de finalistas para um grupo dos meus colegas da faculdade. Éramos apenas 6, mas isso não nos demoveu. Findo o célebre “Harrison” – o mal-amado exame de escolha múltipla que nos coloca de forma seriada na corrida para especialidade – pegámos nas malas e rumámos a Havana (Cuba), de onde sairia o “Crucero” com destino a Cozumel e Grande Caimão, Ilha Paraíso (um resort privado da companha). Foram dias “muy, muy happys” como cantava a música oficial do barco. Nesses 10 dias, parte dos meus amigos fizeram uma excursão às raias. Ainda hoje me lembro dessa fotografia.

              Assim, uns 8 anos depois, chegou a minha vez. As raias de Gibs Cay (Grand Turk, Turcos e Caicos) são selvagens mas aproximam-se da embarcação assim que alguns “petiscos” são lançados. Estes animais podem viver até 50 anos e alcançar quase 2 metros de envergadura! Se, por um lado, o espigão que apresentam na cauda é uma venenosa arma de defesa, por outro devemos beijar a raia para obter 7 anos de boa sorte. Como não andamos aqui a brincar não me fiz rogada e beijei-a as vezes que pude! Foram, à semelhança de 2010… “besos muy happys”.

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A empresa responsável pela minha excursão foi a “Chukka”, que para além da visita às raias dispõe de circuitos de Buggy nas dunas, Ziplines, passeios a cavalo, snorkelling e, claro, passeios de catamaran com muito rum à mistura.

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