Travessia por Trieste

Trieste não justifica a vinda, mas pode-se aproveitar a passagem.

Ficando bem situada entre Veneza e a fronteira com a Eslovénia, virada para o golfo, é notória a importância geográfica para o turismo e económia local.

Se nos meses de verão os ferrys constituem uma alternativa agradável, no resto do ano a cidade serve-se de uma linha ferroviária e da central de autocarros como plataforma de transição.

Aproveitando da melhor forma a breve estadia em Trieste, fica o meu conselho para ver o fundamental: sair da estação e percorrer a Riva Tre Novembre e Riva del Mandracchio a pé, uma avenida marginal junto ao mar. Esta vai abrir naturalmente junto da

Piazza Unità d’Italia

, a maior da Europa com frente de mar (embora me atreva a dizer que não tão grande, impoente ou luminosa quanto o Terreiro do Paço). Daqui é possivel seguir pelas várias ruas principais que alternam com pequenas pracetas (destacando-se a Piazza della Borsa), tendo como objectivo subir a colina até ao Castello di San Giusto para uma vista sobre a cidade.

Trieste é relativamente plana, com traço fortemente romano, e caminha-se sem dificuldade.

 

 

 

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